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Pegadinha

Comeu um pedaço de frango e jogou o osso no prato. Olhou para o resto da comida por um instante e decidiu voltar a ver tv.
Jogou-se no sofá. Pensou uma besteira em voz alta ao ver uma orgia na novela e desejou estar lá também. Não na orgia, mas nua, aos olhos de todos, inclusive dos seus, leitor(a), que a imaginou um homem.

Autor: O Conde Ivan

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O Direito de cada um

Todo dia, ou pelo menos quase todo dia eu dou uma olhada nos principais sites de notícia e numa dessas visitinhas eu encontrei no blog do Jorge Antonio Barros no jornal O Globo um texto assinado pela jornalista Michelle Aisenberg (para ler clique AQUI).
O texto fala sobre os incovenientes de um baile funk num morro próximo a sua residência e do quanto ineficaz e omissa é a Polícia Militar em casos assim. Um texto bem interessante que vale a pena ler. (Ela conta que ligou para o 190 e nada foi feito no sentido de solucionar o problema.) Acredito ser esse um problema que todos já enfrentamos ou enfrentaremos, pois em todo lugar tem um vizinho inconveniente que ouve músicas chatas em horários impróprios. Eu mesma já sofri muito com meu atual vizinho.
Voltando ao texto... Tudo ia muito bem até o momento em que li a seguinte frase: "Por favor, me respondam: a quem recorremos nesse caso? Todo final de semana é a mesma coisa, inclusive aos domingos! Fico com pena porque os bandidos precisam se divertir, certo? Têm trabalhado pesado a semana inteira". Bandidos? Todos os frequentadores de baile funk são automaticamente bandidos?
Bem, aí você fala: "Ah, a Nana defende por que já morou em favela e blá blá blá..." Sim, é verdade, eu já morei em favela. Nasci e vivi 23 dos meus 25 anos na Cidade de Deus, conheço um monte de bandido e pelo menos o dobro deles (de bandidos) de gente honesta e trabalhadora que frequenta baile funk. Por entender que muitas vezes o baile funk é a principal forma de distração das comunidades.
Não questiono a qualidade da música, pois isso fica a cargo de cada um. Gosto não se discute. E no caso do Funk Proibido que faz apologia a drogas, armas e facções criminosas e Bailes promovidos pelos traficantes, cabe a polícia repreender. Sem dúvida. Mas isso nada tem a ver com o julgamento que a jornalista em questão fez.
Quanto ao fato dela ficar indignada com a PM que não subiu o morro para acabar com o baile eu realmente não entendi. Como uma jornalista que eu imagino seja bem informada pode ficar indignada com isso? Ou ela pensa que se a PM subisse o morro o barulho seria menor? Francamente...
Antes de exigir a PM em favelas fazendo cumprir a Lei do Silêncio primeiro precisamos ter uma política de Segurança Pública eficaz, acabar com o tráfico e garantir um minimo de segurança ao policial que lá fosse.
No texto, a jornalista fala do não cumprimento da lei em locais perigosos, que se fosse em seu apartamento, a polícia teria ido lá pedido que baixasse o volume e etc... Mas vale lembrar que na Zona Sul e outros bairros de Classe Média quando isso acontece os anfitriões da festa oferecem uma cervejinha e fica tudo resolvido (presenciei várias cenas dessas). Por que "bandido" não pode oferecer uma cervejinha ou algo semelhante e curtir seu baile em "Paz"?

***

UPDATE: Hoje e amanhã, você me encontra lá no Sofá do Amigão. É só CLICAR AQUI.
O Moiza me fez tão gracinha! =D

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Você sabe ou lembra quem é Severn Suzuki?





Em 1992, no Rio de Janeiro, representantes de quase todos os países do mundo reuniram-se para decidir que medidas tomar para conseguir diminuir a degradação ambiental e preservar a existência de outras gerações.


A intenção, nesse encontro, era introduzir a idéia do desenvolvimento sustentável, um modelo de crescimento econômico menos consumista e mais adequado ao equilíbrio ecológico.

A Carta da Terra, documento oficial da RIO-92, elaborou três convenções (Biodiversidade, Desertificação e Mudanças Climáticas), uma declaração de princípios e a Agenda 21 (base para que cada país elabore seu plano de preservação do meio ambiente). Dos 175 países signatários da Agenda 21, 168 confirmaram sua posição de respeitar a Convenção sobre Biodiversidade.

Severn Suzuki, uma canadense de 12 anos na época, deixou uma mensagem que emocionou e mexeu com muita "gente grande".


Severn Suzuki hoje é ativista ambiental, formada em Ecologia e Biologia Evolutiva pela Universidade de Yale, Estados Unidos, e sai pelo mundo dando palestras, defendendo a bandeira verde do ambientalismo.

Seu público alvo são estudantes e trabalhadores de instituições públicas e privadas. Em sua fala demonstra a sua paixão pelo tema e resgata valores já esquecidos. Desafia sua platéia a assumir responsabilidades individuais e coletivas em prol do meio ambiente.

Desenvolve muitos projetos ambientais e participa de diversas expedições científicas.

Foi membro do Painel Especial de Aconselhamento de Kofi Annan – Presidente da ONU

No seu discurso feito na Eco 92, Severn Suzuki destaca a importância da responsabilidade compartilhada:

“Durante todos estes anos que se passaram desde a Conferência do Rio, aprendi que dirigirmo-nos aos nossos líderes não é o suficiente, pois não estamos limpando o que sujamos. Não estamos pagando o preço do nosso estilo de vida. Tal como Gandhi disse muitos anos antes, “temos de nos tornar a mudança que queremos ver acontecer“. Uma verdadeira mudança ambiental depende de nós. Não podemos esperar pelos nossos líderes. Temos que nos focar no que são as nossas responsabilidades e em como podemos provocar estas alterações”.

Então aceitemos este desafio e continuemos a transformar a realidade!


FONTE AQUI


O pior é saber que 16 anos depois pouco foi feito neste sentido.
Beijos em todos.

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Poucas palavras

A Dona Hebe Camargo recebeu a triste notícia que seu salário de R$1,5 milhão sofreria um desconto. Ela está muito puta da vida.

-"Agora eles estão com essa mania de diminuir o salário dos outros, mas o trabalho continua o mesmo!"

É... Pois é...

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A Família mais odiada da América

·A família mais odiada da América: escrito e apresentado por Louis Theroux, o documentário mostra a realidade da Westboro Baptist Church (WBC), um grupo sediado na cidade Topeka que, apesar do seu nome, não está ligada à Igreja Batista. Liderado pelo Reverendo Fred Phelps, o grupo criou websites condenando homossexuais, católicos romanos, muçulmanos, judeus, entre outros grupos. AWBC é famosa por organizar protestos nos funerais de soldados americanos mortos na Guerra do Iraque. O grupo alega que Deus odeia homossexuais e todos os outros tipos de "pecadores" e que a homossexualidade deve ser um crime capital.

FONTE: retirado do blog Lineu Phd


Como trata-se de uma notícia você deve estar pensando que está no Notícias, mas não, você não está enganado, você está aqui no Apenas Nana mesmo. Mas como essa história me chamou atenção, não pude deixar de cometar sobre ela. Talvez não seja novidade pra vocês, meus queridos 2 leitores,mas ontem assisti este documentário pelo canal GNT (tv fechada) e fiquei terrivelmente surpresa.

Eles fazem coisas terríveis mesmo, como por exemplo protestos nas ruas onde levam crianças de 5,6,7 anos, que não compreendem nada do que estão fazendo ou dizendo, não entendem o significado real dos cartazes e em alguns momentos sofrem retaliação por parte dos moradores. Durante a filmagem do documentário uma criança é atingida por um copo de suco, no rosto, atirado por um motorista.

Toda a família tem uma postura totalmente arrogante e louca. Sempre que são questionados, se irritam e fogem das perguntas de forma grosseira. O pastor Phelps, o mentor dessa coisa toda, se intitula o maior conhecedor da Bíblia, o homem que mais entende da palavra de Deus. Seus discípulos o veneram como um verdadeiro Deus.

Seus cartazes e hinos são de uma violência absurda. Falam sobre "Deus odiar a América", coisas do tipo "Nós adoramos o 11/09", "Judeus não gostam de Deus, Judeus adoram o Reto", "Princesa Diana abriu a porta do Inferno". Isso sem falar das imagens que retratam cenas de sexo anal. Tudo isso carregado e cantado por adultos, jovens e crianças.

Diante de tanta insensatez, a Justiça proibiu qualquer tipo de manisfestação deles, próximos aos familiares de soldados mortos.

Na concepção deles Homossexualidade é adultério por estarem traindo as leis Divinas. Claro que as jovens dessa família não namoram e se conforman com a grande possibilidade de nunca casarem ou namorarem, chegando até mesmo a se sentirem felizes por isso. Aliás um dos momentos que mais me surpreendeu foi quando uma garota de mais ou menos 20 anos, sorri ao dizer que o documentarista, irá para o Inferno. Quando ele pergunta se ela está feliz por ele ir para o Inferno, ela abre um sorriso dizendo que sim!

O pastor Phelps têm 13 filhos. Quatro o abandonaram, mas quando o Louis o questiona sobre a quantidade de filhos ele se irrita e não o responde. Seus familiares dizem que ele esteve ao lado do Mestre e perdeu o tempo fazendo pergunta idiota. Numa outra oportunidade com o pastor, o documentarista é chamado de burro pelo pastor Phelps.

São atitudes tão loucas que assustam.
Nem sei se recomendo conhecerem esta família. Sei que fiquei tão chocada que tinha que dividir isso com alguém, mesmo que isso não mude nada.
É muito louco que ainda hoje depois de tanto esclarecimentos, exista gente assim. O preconceito, seja lá do que for, é burro e nós sabemos que existe. Mas nessa intensidade?

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Apenas a Panela

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