A primeira vez que ouvi falar em Twitter foi na época das eleições americanas. Dizia-se que o Twitter ajudava e muito o Barack Obama. Na curiosidade, fui lá me cadastrar, nunca mais voltei. De uns tempos pra cá, percebendo que meus amigos blogueiros caminhavam pra este cantinho virtual, me animei e fui na onda. Meio sem entender nada, fui.
Essa semana vi um movimento começar, ganhar força e pelo que posso notar, ganhar as ruas também. É o #forasarney! É simples, você escreve qualquer coisa e no final posta a tag #forasarney ou escreve várias vezes a mesma tag. Pronto, você se manifestou.
Muito simples e rápido. Nada de caras pintadas, bandeiras, badernas e gritaria nas ruas. Pelo menos por enquanto.
Nesta madrugada o #forasarney entrou nos Trending Topics que funciona com o TOP 10 das tags. Vale ressaltar que o Twitter não é nacional (brasileiro). E sendo assim, várias pessoas no Mundo estão lendo #forasarney. Vocês tem noção da dimensão da coisa?
Pois é. Mas agora eu me pergunto, ou melhor, eu lhe pergunto: Quantas dessas pessoas, na maioria jovens, sabem, conhecem José Sarney? E entre os mais velhos, quem se lembra da Era Saney?
Não que ele mereça meu 'todo respeito', por que as minhas lembranças são da época que papai vivia em posto de gasolina p/ abastecer antes da 0h que era quando haveria o reajuste. Sou da época que sonhava com uma Barbie e quando mamãe pensava em comprar, a danadinha já tinha aumentado. Sou de uma época de frustações, sem traumas, mas é verdade. Sou da época do Cruzeiro, Cruzado, Cruzado Novo... Até chegar no Real foi uma dura caminhada.
Eu que sou Petista, que sou Lulista, devo reconhecer em FHC o fim deste tormento e devo admitir minha vergonha em ver o presidente querer tapar o Sol de Sarney com a peneira.
Espero, honestamente que através do Twitter o povo consiga tirá-lo de lá, pois já vai tarde.
Daqui há alguns anos, estaremos pedindo #Foracollor. E o mais vergonhoso de tudo é que será pela segunda vez! #povonãoaprende.
Terça-feira, 30 de Junho de 2009
#ForaSarney
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
Michael Jackson. O que fica...
É meus amigos, sou eu mesma, a Nana postando de novo!
Pena que o assunto que me trouxe aqui tenha sido este, mas enfim.
Um homem que só aqui em casa influenciou 3 gerações: Meu irmão de 45 anos, eu de 26 e meu sobrinho de apenas 6. Isso só comprova que o cara é um mito. Será imortal.Claro que suas atitudes excêntricas marcarão sua memória, mas eu pelo menos, prefiro lembrar dele por atitudes como a do vídeo abaixo, por letras como "Black or White", por pensamentos de igualdades entre os homens que neste momento está sendo revisto. Um homem frágil apesar de atitudes tão fortes e decididas. Acima de tudo, um gênio.
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Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Pessoas de temperamentos opostos podem ter boa sintonia?
Resposta: Sim, pessoas de temperamentos opostos podem ter boa sintonia. Mas é preciso deixar mais claro qual é a diferença de temperamento da qual estamos falando.
Fonte:Vya Estelar
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
E pra Nana nada? Tuuuuuuuudo!!!!
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
O ópio é a religião do povo
Por Lelê Teles
O crack é a nossa mais preocupante epidemia. E é uma droga apocalíptica que desencadeia uma série de patologias que criam agudas necroses sociais, inclusive, a mais aguda delas, é a desintegração completa e irreversível das famílias, chegando ao cúmulo de pai matar filho, filho matar mãe, neto matar avô... do jeito que tá na Bíblia.
Há em alguns estados, como em Sergipe e em São Paulo, governos anunciando uma frente para eliminar o crack.
Quero ver quem será o craque que vai fazer tão idiossincrática firula. Vão tirar o crack e trocá-lo pelo quê?
Os caras continuam com a velha e batida lógica de agir contra o efeito e nunca contra a causa.
Enquanto os filhos se divertem no shopping, vão ao cinema, se banham na piscina do condomínio e comem na praça de alimentação, os doutores, entre uma dose e outra de scotch, discutem como afastar as drogas das periferias. Mas nunca pensam em como afastar as periferias das drogas. Veja você.
O que ninguém imagina é que os filhos dos que não podem ir ao shopping e patinar numa pista de gelo, que não têm montanha russa e bungee jumping pra descarregar adrenalina - que têm apenas uma poça de lama ou de esgoto a céu aberto como piscina, usam o crack como lenitivo.
O que os tomadores de scotch não podem esquecer é que até mesmo eles que têm acesso a cargos públicos, e às benesses que vêm junto, precisam se drogar com suas doses de scotch ao final do expediente.
O estado se faz presente nas periferias edificando hospitais e delegacias. O diabo é que a maioria das enfermidades são conseqüências dos esgotos a céu aberto, da poeira, da falta de asfalto, da lama, do lixo amontoado de qualquer jeito, da falta de higiene; em uma palavra, da falta de políticas públicas de saúde preventiva. Mas é mais fácil construir um hospital.
Os presos são, na sua esmagadora maioria, gente sem estudo, sem emprego, sem pai ou sem a mãe, sem esperança no futuro, sem apoio de ninguém e sem acesso à droga da felicidade. Mas, é mais fácil construir presídios do que construir políticas culturais, de esporte e lazer.
Os doutores tomadores de scotch se esquecem que quando um jovem senta num beco imundo e traga um cigarro de crack ele, por alguns segundos, passeia em um lindo Shopping Center, desliza na neve, mergulha em uma montanha russa e mata a fome de tudo o que lhe falta. Ali, no beco fétido, o jovem sem amor, sem profissão e sem emprego, sem dente e sem esperança, mitiga a sua dor. E como ele não tem emprego e nem dinheiro para saciar sua diversão, a sociedade é que paga a conta.
FONTE: SOBREDROGAS - O GLOBO
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Terça-feira, 16 de Junho de 2009
12 Segredos para melhores orgasmos femininos
Muitas mulheres andam tristes, pois acham que tem problemas para atingir o orgasmo. Algumas até sentem obrigadas a fingir na cama. Mas isso pode ser apenas questão de deixar as pressões de lado e utilizar a técnica certa. Aprenda aqui algumas infalíveis, sem injeções no ponto G ou implantar um chip, que envolvem conhecer os músculos, treinar o corpo facilmente, etc. Mas lembre-se, se você é brasileira, já é um bom começo:
Uma posição de fricção pode ajudar você a chegar ao orgasmo durante a relação. A mulher deve ficar acima para que o clitóris toque o osso pubiano do parceiro. Ou ela deve deitar-se de costas com um travesseiro sobre as nádegas. Elas podem até tentar utilizar um vibrador durante a relação, diz a Ph.D Laura Berman, professora de obstetrícia da Northwestern University (EUA).
“Os homens querem instruções”, disse Laura. Ela deve dizer se ele está no caminho certo, seja falando que está ótimo ou gemendo.
3. Aprenda sobre si
Você não pode dizer como se faz se você não sabe o que a excita. “Para fazer um treinamento corporal para ser orgástica, você deve masturbar-se”, disse Danielle Cavallucci, uma treinadora sexual da empresa de informações sexuais Sexuality Source.
4. Exercite a musculatura do orgasmo
“Os exercícios de Kegel são os clássicos para as mulheres que querem transformar orgasmos fracos em fabulosos”, disse a educadora sexual Dorian Solot. Para localizar esta musculatura na pélvis você deve parar, durante o ato de urinar, nomeio do caminho. Então os exercite enrijecendo-os e soltando (quando você não estiver urinando). Faça isso todos os dias, várias vezes ao dia. Não se esqueça de continuar respirando enquanto aperta a musculatura.
Pesquisas mostram que assumir comportamentos que busquem “adrenalina” juntos (seja escalar paredões ou apenas assistir um filme assustador) estimulam a dopamina no cérebro, o que faz com que seus fluídos circulem.
“Quanto mais longo o período de excitação, maior a explosão”, disse Dorian. Chegue próxima do orgasmo e então retorne ao “banho Maria”. Repita isso algumas vezes antes do clímax.
7. Respirar em uníssono
Sexo tantra pode soar meio new age, mas seu princípio principal — focado na respiração — pode aumentar seu prazer. Parceiros que respiram simultaneamente podem frear a pressa do orgasmo e criar uma maior expectativa, o que pode intensificar o prazer.
8. Filmes eróticos
Pornografia é exclusivamente sobre grandes pênis e gargantas profundas. No entanto os livros e filmes eróticos podem ter bom gosto e ser excitantes, e quanto mais excitada, melhores as chances de orgasmo. Dê preferência para os filmes que tenham uma trama e cenas quentes.
9. Tente preliminares criativas
Se seu (a) parceiro leva mais tempo para “esquentar” adiante-se ao enviar e-mails ou mensagens de texto sensuais (mas não muito gráficas, pois os e-mails não são necessariamente privativos).
10.Verifique seus medicamentos
As mulheres tem maiores chances de tomarem antidepressivos, que podem atingir a vida sexual. Se estiver tendo problemas converse com seu médico sobre seus medicamentos.
11. Procure ajuda cedo
Se você não tem orgasmos, conselhos de um (a) profissional podem ajudar. Danos em nervos ou baixa testosterona podem ser o problema. Apenas “seu médico (a) pode fazer uma análise médica”, disse Laura, “ou pense em fatores da relação” e procure um terapeuta sexual.
12. Relaxe
Em um estudo recente feito na França com mais de 500 mulheres, 70% disse que estresse no trabalho comprometia a libido. E baixa libido, obviamente, leva a menores chances de orgasmo. Portanto deixe as distrações da vida na porta do seu quarto.
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Hoje é um dia especial!
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
O Twitter e as redes sociais efêmeras
Não porque inaugura a era das conversas, idéias, discussões e manifestos em 140 caracteres (nunca imaginei que coubesse tanta coisa em tão poucas letras). Nem porque revela novos formadores de opinião e deliciosos usuários fake (o Oscar do Twitter para o @darthvader, por favor).
Na verdade, é por tudo isso que o Twitter é um iceberg desgovernado pilotado por um mamute míope, mas sobretudo por uma característica peculiar: ele é uma rede social diferente em sua estrutura, em sua mecânica e nos vínculos que unem seus membros. Pois vejamos:
É unilateral
Ao contrário das redes sociais convencionais, o vínculo de amizade no Twitter é fraco. Para começar, não se pede autorização para se seguir alguém. Você segue, e ponto. Nem escolhe quem vai segui-lo, embora ainda possa bloquear pessoas. Isso muda tudo. Primeiro porque não há tantos escrúpulos em se deixar de seguir alguém. Excluir alguém de seu Orkut é dramático. Rende até música. É quase como rasgar fotos ou arranhar o vinil do Odair José do outro. “Desseguir” alguém no Twitter é normal.
Ainda por ser unilateral, cria figuras diferentes. No lugar dos dois extremos (solitário e popular), temos as diferentes gradações. Tem os seguidores natos, que praticamente ouvem e nada criam. Há os formadores de opinião, com poucos seguidos e milhares de seguidores. E há os neutros, onde boa parte dos seguidores na verdade estão retribuindo a gentileza de serem seguidos. No mundo das redes sociais, onde status é a moeda corrente, isso muda tudo.
É totalmente estruturada em seus membros
Não existe um portão da comunidade entre o público externo e seus membros. O sentimento de que se está “dentro do Twitter” é diferente de o sentimento de se estar “dentro do Orkut”. Além disso, sua extrema simplicidade difere do ambiente cada vez mais repleto de aplicativos das redes sociais convencionais. Ele é simples e direto.
É uma rede efêmera
Esse é um dos pontos que mais me fascinam e em que mais aposto no longo prazo. O uso das tags (palavras iniciadas com #) permite que comunidades se formem de forma instantânea e efêmera enquanto o assunto (um evento, um meme, uma pessoa) estiver em voga. É o que acontece durante transmissões esportivas, por exemplo.
Usando a busca do próprio Twitter (o antigo Summize) ou outras ferramentas, os usuários iniciam um diálogo “maluco” onde não há um interlocutor definido. É como se ilustres desconhecidos subissem em seus telhados e gritassem com megafones frases sobre um assunto específico. E eles ouvirão uns aos outros, falarão ao mesmo tempo e, com boa vontade, vão acabar se entendendo.
Em nenhum momento eles necessariamente estabelecem vínculos entre si (amizades), nem com o tema (comunidades). Quando o assunto morre, cada um desce de seu telhado e a rede se desfaz.
O que ficam são os seguidos e seguidores que podem se formar e o histórico da conversa, publicado nas páginas de cada participante. Mas, salvo na busca pela tag, isso permanece de forma totalmente dispersa. Para quem olha a parte, e não o todo, há apenas fragmentos sem sentido completo.
Isso tem grande impacto em como entendemos as redes sociais, os papéis das comunidades e especialmente em como quantificamos isso em nossos sistemas de mensuração. Que métricas precisaremos desenvolver para capturar isso?
O Twitter não é o fim. Mas ele é um modelo para as redes sociais do futuro que, no rastro da abertura permitida pelas APIs de integração inter-redes, serão cada vez mais abertas, transparentes, multiplataformas e efêmeras. Redes sociais sem muros nem membros, mas com milhares de construtores.
É fascinante esse mundo onde o chão é sólido como gelo. Que nosso mamute míope não encontre muitas baleias em seu caminho.
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