Credo, faz um mês certinho que estive aqui pela última vez! :o
Amigos, vocês já estão mais que acostumados com minha ausência, né? E agora a coisa tende a piorar, mas o motivo é justo: Saí de casa!
Pois é, esse era meu desejo mais antigo, desde muito nova sempre quis ter minha casinha, meu cantinho, meu pequeno lar (ainda que alugada)! =)
Há mais ou menos um ano, decidi que já estava passando da hora, fui desesperadamente em busca de um emprego, consegui e fiquei durante este período me preparando para este momento. Há um mês atrás, quando consegui a grana que faltava, fui às compras (momento feliz \o/). Ainda ia aguardar mais um tempinho, talvez esperar o 13º pra procurar com bastante calma uma casinha legal, mas na minha vida, pelo menos as coisas mais importantes, acontecem de uma hora pra outra e quando minha cunhada que também estava a procura de casa viu uma que seria a minha cara, bem localizada e por um preço na medida, não resisti. Fui olhar e pronto: Aluguei na hora. Daí começaram os ajustes finais: as miudezas que deixamos pra última hora, pedir religação da luz na companhia, arrumar as coisas, conseguir alguém pra fazer mudança, limpar a casa e tudo isso trabalhando de 2ª a 2ª folgando só uma vez na semana, tem noção da correria?
Ainda estou sem Tv, sem chuveiro elétrico, sem internet, tudo por falta de tempo pra fazer as instalações e mesmo assim estou adorando!
Na véspera da mudança, papai chorava muito pedindo pra que eu desistisse, mamãe embora sentindo um pouco, estava mais forte, ou disfarçando muito bem, meu irmão, bem meu irmão sentia um misto de alegria e inveja.. kkk.... No fim todos ajudaram.
É claro que ainda corro pra casa da mamãe, é inevitável gente, principalmente neste começo. Humm... Quem disse que ser independente é tão fácil assim? Mas não chega a ser difícil, não!
Se eu tivesse tempo e conexão, não sairia do Twitter, contando as sensações de fazer a primeira comida (comida mesmo eu ainda não fiz!), lavar a primeira roupa, sair de casa pra trabalhar e vistoriar se está tudo desligado e etc...
Agora pergunta: E o namorado? Humm... Lembra do tempo em que as pessoas não tinham nada pra fazer por que não havia televisão em casa? Err... Pois é, então...
Beijomeligaoumesiganotwitter! ;)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Boas Novas
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Niver (es)
Eu sou feita de
Beijo no ♥ !
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sábado, 12 de setembro de 2009
A (in)fidelidade masculina
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Amigão e eu
Não sei se foi culpa da soma TPM + Pequeno Príncipe + Saudade dos amigos + Trabalhando muito + Namorando muito. A questão é que o resultado dessa mistura foi o post abaixo.
A saudade imensa que sinto de algumas pessoas, são amenizadas com rápidos SMSs, breves 'alôs' no Twitter, ou em e-mails. Mas não sei bem por que, de umas semanas pra cá venho notando a ausência do Amigão. Daí que nesse turbilhão, resolvi que faria um post hoje pra ele, só pra ele lembrar que eu existo e que embora também sumida, sinto demais sua falta. Só que o danadinho me deu um "Oi" no Twitter antes, então o post de chantagem emocional ficou pra próxima e o de hoje ficou assim... :
“- Por favor... Cativa-me! Disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? Perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa.”
“- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...”
É como aquela frase de Chaplin que diz que cada pessoa que passa em nossas vidas leva um pouco de nós e deixa um pouco delas também. Amigão, você me cativou, cativou uma amizade, admiração que tenho por poucas pessoas e isso você já está barrigudo de saber. Ah, como eu queria um irmão mais velho, ou pai ou então agora um avô como você. Com toda sua sabedoria... Foi com palavras como estas ou estas que você cativou minha amizade e agora a culpa é sua se fico triste quando você não responde meus e-mails nem aparece no meu blog pra dar um “oi” (isso foi chantagem mesmo! Ainda que eu também esteja sumida. Rsrsrs...).
Por falar em avô, este título lhe cai como uma luva. Só que nunca será um avô convencional. Ainda bem! Mas responda-me: E o ciúme? Já deu espaço pro amor incondicional? Acabou a carência? Aliás, você transferiu a carência pra DU e pra SU, né? E olha que sempre vejo você as respondendo no Twitter... Vovô chorão! Rsrsrs...
“- E quando te houveres consolado (a gente sempre se consola), tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E abrirás às vezes a janela à toa, por gosto... E teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: "Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!" E eles te julgarão maluco. Será uma peça que te prego... E riu de novo.
- Será como se eu te houvesse dado, em vez de estrelas, montões de guizos que riem...”
Haverá sempre uma forma de você se lembrar de um amigo. Um código, um momento, uma piada, um livro ou filme ou perfume... Tu serás sempre meu amigo!
“É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.”
Eu lhe vejo com os olhos do coração. Talvez por isso lhe goste tanto. Amigão, a amizade é um sentimento, sentimentos são abstratos, invisíveis.
Sua amizade é essencial.
Que o “Guilherme” (tá eu sei que é Ryan, mas você queria Guilherme, então por enquanto será Guilherme) seja a criança mais feliz do Mundo, por que sortudo ele já é. E que você saiba cativar a amizade dele, ensinando todas as coisas fundamentais na vida.
Te amo.
Beijomeliga!
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
Dia do Amigo
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
Só Deus pode me Julgar
Minha auto-estima não é fácil de abaixar
Olhos abertos fixados no céu
Perguntando a Deus qual será o meu papel.
Fechar a boca e não expor meus pensamentos
Com receio que eles possam causar constrangimentos
Será que é isso? Não cumprir compromisso
Abaixar a cabeça e se manter omisso.
A hipocrisia, a demagogia se entregue à orgia
Sem ideologia, a maioria fala de amor no singular
Se eu falo de amor é de uma forma impopular
Quem não tem amor pelo povo brasileiro
Não me representa aqui nem no estrangeiro
Uma das piores distribuições de renda
Antes de morrer, talvez você entenda
Confesso para ti que é difícil de entender
No país do carnaval o povo nem tem o que comer
Ser artista, Pop Star, pra mim é pouco
Não sou nada disso, sou apenas mais um louco
Clamando por justiça, igualdade racial
Preto, pobre é parecido mas não é igual
É natural o que fazem no senado
Quem engana o povo simplesmente renúncia o cargo
Não é caçado, abre mão do seu mandato
Nas próximas eleições bota a cara como canditado
Povo sem memória, caso esquecido
Não foi assim comigo, fiquei como bandido
Se quiser reclamar de mim, que reclame
Mas fale das novelas e dos filmes do Van Daime
Quem vive no Brasil, no programa do Gugu
Rebolo, vacilou, agachou e mostrou
Volta pra América e avisa pra Madonna
Que aqui não tem censura meu pais é uma zona
Não tem dono, não tem dona, nosso povo ta em coma
erga sua cabeça que a verdade vem à tona.
É! Mantenho minha cabeça em pé!
Fale o que quiser, pode vir que já é!
Junto com a ralé Sem dar marcha ré!
Só Deus pode me julgar, por isso eu vou na fé !
Soldado da guerra a favor da justiça
Igualdade por aqui é coisa fictícia
Você ri da minha roupa, ri do meu cabelo
Mas tenta me imitar se olhando no espelho
Preconceito sem conceito que apodrece a nação
Filhos do descaso mesmo pós-abolição
Mais de 500 anos de angústia e sofrimentos
Me acorrentaram, mas não meus pensamentos
Me fale quem... Quem!?
Tem o poder... Quem!?
Pra condenar... Quem!?
Pra censurar... Alguém!?
Então me diga o que causa mais estragos
100 gramas de maconha ou um maço de cigarros?
O povo rebelado ou polícia na favela?
A música do Bill ou a próxima novela?
Na tela, seqüela, no poder corrupção
Entramos pela porta de serviço
Nossa grana não
Tapão ... só pra quem manda bater
Pisando nos humildes e fazendo nosso ódio crescer (CV)
MST, CUT, UNE, CUFA (PCC)
O mundo se organiza, cada um a sua maneira
Continuam ironizando
Vendo como brincadeira, besteira
Coisa de moleque revoltado
Ninguém mais quer ser boneco
Ninguém mais quer ser controlado
Vigiado, programado, calado, ameaçado
Se for filho de bacana o caso é abafado
A gente é que é caçado, tratados como Réu
As armas que eu uso é microfone, caneta e papel
A socialite assiste a tudo calada
Salve ! Salve ! Salve!
Oh ! pátria amada, mãe gentil
Poderosos do Brasil
Que distribuem para as crianças cocaína e fuzil
Me calar, me censurar porque não pode fala nada
É como se fosse o rabo sujo falando da bunda mal lavada
Sem investimento, no esquecimento, explode o pensamento
Mais um homem violento
Que pega no canhão e age inconseqüente
Eu pego o microfone com discurso contundente
Que te assusta uma atitude brusca
Dignificando e brigando por uma vida justa
Fui transformado no bandido do milênio
O sensacionalismo por aqui merece um prêmio
Eu tava armado mas não sou da sua laia
Quem é mais bandido? Beira mar ou Sérgio Naya?
Quem será que irá responder
Governador, Senador, Prefeito, Ministro ou você?
Que é caçado e sempre paga o pato
Erga sua cabeça pra não ser decepado
É! Mantenho minha cabeça em pé!
Fale o que quiser pode vir que já é!
Junto com a ralé Sem dar marcha ré !
Só Deus pode me julgar por isso eu vou na fé !
Como pode ser tragédia a morte de um artista
E a morte de milhões, apenas uma estatística ?
Fato realista de dentro do Brasil
Você que chorava lá no gueto ninguém te viu
Sem fantasiar realidade dói
Segregação, menosprezo é o que destrói
A maioria é esquecida no barraco
Que ainda é algemado, extorquido e assassinado
Não é moda quem pensa incomoda
não morre pela droga, não vira massa de manobra
Não idolatro a mauricinho da Tv, não deixa se envolver
Porque tem proceder Pra que? Porque?
Só tem paquita loira, aqui não tem preta como apresentadora
Novela de escravo a emissora gosta mostra os pretos
Chibatadas pelas costas
Faz confusão na cabeça de um moleque que não gosta de escola
E admira uma intra-tek, Clik-clek Mão na cabeça
Quando for roubar dinheiro público
Vê se não esqueça
que na sua conta tem a honra de um homem envergonhado
Ao ter que ver sua família passando fome
Ordem e progresso e perdão
Na terra onde quem rouba muito não tem punição
É! Mantenho minha cabeça em pé!
Fale o que quiser pode vir que já é!
Junto com a ralé Sem dar marcha ré!
Só Deus pode me julgar por isso eu vou na fé !
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
A Mulher Selvagem
Sua beleza é arisca, arredia aos modismos. Ela encanta por um não-sei-quê indefinível… mas que também agride o olhar. É um tipo raro e não tem habitat definido: vive em Catmandu, mora no prédio ao lado ou se mudou ontem para Barroquinha. E não deixou o endereço. É ela, a mulher selvagem.
Em quase tudo ela é uma mulher comum: pega metrô lotado, aproveita as promoções, bota o lixo para fora e tem dia que desiste de sair porque se acha um trapo. Porém em tudo que faz exala um frescor de liberdade. E também dá arrepios: você tem a impressão que viu uma loba na espreita. Você se assusta, olha de novo… e quem está ali é a mulher doce e simpática, ajeitando dengosa o cabelo, quase uma menininha. Mas por um segundo você viu a loba, viu sim. É a mulher selvagem.
A sociedade tenta mas não pode domesticá-la, ela se esquiva das regras. Quando você pensa que capturou, escapole feito água entre os dedos. Quando pensa que finalmente a conhece, ela surpreende outra vez. Tem a alma livre e só se submete quando quer. Por isso escolhe seus parceiros entre os que cultuam a liberdade. E como os reconhece? Como toda loba, pelo cheiro, por isso é bom não abusar de perfumes. Seu movimento tem graça, o olhar destila uma sensualidade natural… mas, cuidado, não vá passando a mão. Ela é um bicho, não esqueça. Gosta de afago mas também arranha.
Repare que há sempre uma mecha teimosa de cabelo: é o espírito selvagem que sopra em sua alma a refrescante sensação de estar unida à Terra. É daí que vem sua força e beleza. E sua sabedoria instintiva. Sim, ela é sábia pois está em harmonia com os ritmos da Natureza. Por isso conhece a si mesma, sabe dos seus ciclos de crescimento e não sabota a própria felicidade. Como todo bicho ela respeita seu corpo mas nem sempre resiste às guloseimas. Riponga do mato, gabriela brejeira? Não necessariamente, a maioria vive na cidade. E há dias paquera aquele pretinho básico da vitrine. E adora dançar em noite de lua. Ah, então é uma bruxa… Talvez, ela não liga para rótulos. Sabe que a imensidão do ser não cabe nas definições.
Mulheres gostam de fazer mistério. Ela não, ela é o mistério. Por uma razão simples: a mulher selvagem sabe que a vida é uma coisa assombrosa e perfeita e viver é o mais sagrado dos rituais. Ela sente as estações e se movimenta com os ventos, rindo da chuva e chorando com os rios que morrem. Coleciona pedrinhas, fala com plantas e de uma hora para outra quer ficar só, não insista. Não, ela não é uma esotérica deslumbrada mas vive se deslumbrando: com as heroínas dos filmes, aquela livraria nova, um presente inesperado… Ela se apaixona, sonha acordada e tem insônia por amor. As injustiças do mundo a angustiam mas ela respira fundo e renova sua fé na humanidade. Luta todos os dias por seus sonhos, adormece em meio a perguntas sem respostas e desperta com o sussurro das manhãs em seu ouvido, mais um dia perfeito para celebrar o imenso mistério de estar vivo.
Ela equilibra em si cultura e natureza, movendo-se bela e poética entre os dois extremos da humana condição. Ela é rara, sim, mas não é uma aberração, um desvio evolutivo. Pelo contrário: ela é a mais arquetípica e genuína expressão da feminilidade, a eterna celebração do sagrado feminino. Ela está aí nas ruas, todos os dias. A mulher selvagem ainda sobrevive em todas as mulheres mas a maioria tem medo e a mantém enjaulada. Ela é o que todas as mulheres são, sempre foram, mas a grande maioria esqueceu.
Felizmente algumas lembraram. Foram incompreendidas, sim, mas lamberam suas feridas e encontraram o caminho de volta à sua própria natureza. Esta crônica é uma homenagem a ela, a mulher selvagem, o tipo que fascina os homens que não têm medo do feminino. Eles ficam um pouco nervosos, é verdade, quando de repente se vêem frente a frente com um espécime desses. Por isso é que às vezes sobem correndo na primeira árvore. Mas é normal. Depois eles descem, se aproximam desconfiados, trocam os cheiros e aí… Bem, aí a Natureza sabe o que faz.
Autor: Ricardo Kelmer
Desfrutando
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
Para Mim Os Animais Importam!
(...) tá, como a Naninha não deu o ar de sua graça, resolvi fazer uma visita no barraco cinza e azul, dela.
Filhotes leitores da Nana, um link super bacana para os defensores dos animais.
"Você pode nos ajudar a obter o reconhecimento e a proteção dos animais em todo o mundo, unindo a sua voz à de 10 milhões de pessoas, para apoiar a nossa campanha "Para Mim Os Animais Importam!"."
É super rápido para assinar a petição, entrem e colaborem! Clique Aqui!
P.S Vocês podem, inclusive, postar uma foto de seus bichinhos, no site!
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Resposta(s)












































