13 de fevereiro de 2008

A Família mais odiada da América

·A família mais odiada da América: escrito e apresentado por Louis Theroux, o documentário mostra a realidade da Westboro Baptist Church (WBC), um grupo sediado na cidade Topeka que, apesar do seu nome, não está ligada à Igreja Batista. Liderado pelo Reverendo Fred Phelps, o grupo criou websites condenando homossexuais, católicos romanos, muçulmanos, judeus, entre outros grupos. AWBC é famosa por organizar protestos nos funerais de soldados americanos mortos na Guerra do Iraque. O grupo alega que Deus odeia homossexuais e todos os outros tipos de "pecadores" e que a homossexualidade deve ser um crime capital.

FONTE: retirado do blog Lineu Phd


Como trata-se de uma notícia você deve estar pensando que está no Notícias, mas não, você não está enganado, você está aqui no Apenas Nana mesmo. Mas como essa história me chamou atenção, não pude deixar de cometar sobre ela. Talvez não seja novidade pra vocês, meus queridos 2 leitores,mas ontem assisti este documentário pelo canal GNT (tv fechada) e fiquei terrivelmente surpresa.

Eles fazem coisas terríveis mesmo, como por exemplo protestos nas ruas onde levam crianças de 5,6,7 anos, que não compreendem nada do que estão fazendo ou dizendo, não entendem o significado real dos cartazes e em alguns momentos sofrem retaliação por parte dos moradores. Durante a filmagem do documentário uma criança é atingida por um copo de suco, no rosto, atirado por um motorista.

Toda a família tem uma postura totalmente arrogante e louca. Sempre que são questionados, se irritam e fogem das perguntas de forma grosseira. O pastor Phelps, o mentor dessa coisa toda, se intitula o maior conhecedor da Bíblia, o homem que mais entende da palavra de Deus. Seus discípulos o veneram como um verdadeiro Deus.

Seus cartazes e hinos são de uma violência absurda. Falam sobre "Deus odiar a América", coisas do tipo "Nós adoramos o 11/09", "Judeus não gostam de Deus, Judeus adoram o Reto", "Princesa Diana abriu a porta do Inferno". Isso sem falar das imagens que retratam cenas de sexo anal. Tudo isso carregado e cantado por adultos, jovens e crianças.

Diante de tanta insensatez, a Justiça proibiu qualquer tipo de manisfestação deles, próximos aos familiares de soldados mortos.

Na concepção deles Homossexualidade é adultério por estarem traindo as leis Divinas. Claro que as jovens dessa família não namoram e se conforman com a grande possibilidade de nunca casarem ou namorarem, chegando até mesmo a se sentirem felizes por isso. Aliás um dos momentos que mais me surpreendeu foi quando uma garota de mais ou menos 20 anos, sorri ao dizer que o documentarista, irá para o Inferno. Quando ele pergunta se ela está feliz por ele ir para o Inferno, ela abre um sorriso dizendo que sim!

O pastor Phelps têm 13 filhos. Quatro o abandonaram, mas quando o Louis o questiona sobre a quantidade de filhos ele se irrita e não o responde. Seus familiares dizem que ele esteve ao lado do Mestre e perdeu o tempo fazendo pergunta idiota. Numa outra oportunidade com o pastor, o documentarista é chamado de burro pelo pastor Phelps.

São atitudes tão loucas que assustam.
Nem sei se recomendo conhecerem esta família. Sei que fiquei tão chocada que tinha que dividir isso com alguém, mesmo que isso não mude nada.
É muito louco que ainda hoje depois de tanto esclarecimentos, exista gente assim. O preconceito, seja lá do que for, é burro e nós sabemos que existe. Mas nessa intensidade?

8 comentários:

  1. Que bom, vc colocou um caminho do meu blog no seu!! Eu não sei fazer isso qria muito aprender!! Q legal vc como mangueirense ter aprovado nossa vitória!! Mas infelizmente sua escola estava muito fraquinha esse ano!! Tomará que o ano que vem venha melhor!! Pois eu sou admirador sincero e profundo da história da mangueira, sua contribuição ao samba brasileiro e a sociedade marginalizada no nosso país até hj!!!
    Bjus!!

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  2. caraca..

    eu não me surpreendo com nada de ruim que venha de nós, humanos..

    tem gente pra tudo.

    abraço pra vc....

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  3. Nana, apesar desse seu comentário sobre o documentário referente à família Phelps ter sido postado em 2008, só agora pude vê-lo. Coincidentemente ou não, só agora, em 2010, o li. Entendo que as posiçoes deles assustam e que são taxadas de preconceito. Porém, o que a nossa sociedade hoje busca não é aprender a viver com a diversidade? Para alguns é chocante ver pessoas falarem e agirem contra os homossexuais, contra judeus, cristãos (e lembre-se: ele também é contra os outros cristãos, católicos e evangélicos, contra as posições tomadas pela própra pátria deles, os EUA. Mas, também seria preconceito da parte de qualquer pessoa taxá-los como preconceituosos. Acho que o Louis percebeu quem eram os Phelps e viu neles não somente as manifestações populares, mas também a humanidade deles, o lado das suas crenças e também o preço alto que eles pagam por defendê-la. Acho que tudo acaba sendo uma questão de crença. O homossexual, o judeu, o cristão, os racistas, etc, etc, agem conforme as suas crenças. Até mesmo o ateu agirá pelo que crê, pois crê que não existe Deus. Quando um homossexual aborda um hetero, este se irrita por perceber que o homo acha que ele também é homo. Quando Phelps aborda um "não-phelps", ele também acredita que este pense como um Phelps e isso irrita o "não-phelps". A única coisa que precisamos é respeitar a integridade física dos outros, pois a integridade moral, se tornou algo tão relativo em nossos dias que não conseguimos mais saber o que é e não é moral ou imoral. Se chamo alguem de preto posso ir preso; de bicha, também. Porém, posso chamar pessoas que defendem sua fé de fanáticos, loucos, e chamar pastores de ladrões sem que ninguém me prenda. Percebo que nóssa sociedade está caminhando para um total relativisação onde as leis são criadas apenas para satisfazer os interesses de alguns e portanto, as mídias são os veículos prediletos para isso. Não sejamos preconceituos chamando ninguem de preconceituosos se verdadeiramente conhecê-los.
    Abraços,

    Walter Cardoso

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  4. Walter Cardoso, você deveria compreender melhor que é relativização ética e a diferença entre normatividade ética, antes de tecer um comentário onde a premissa de sua argumentação....logo

    Roberto

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  5. 'também seria preconceito da parte de qualquer pessoa taxá-los como preconceituosos.'

    amigo, vc leu direito o texto? vc diz entao que temos que respeitar a opiniao deturpada e doentia deles porque temos que saber aceitar a diversidade? uma coisa é uma opiniao fundamentada sobre homossexualismo, judeus, etc etc, outra é propagar o ódio e dirigir ofensas aos grupos citados como eles fazem. pra ter respeito vc tem que respeitar os outros

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  6. Não acho que qualquer tipo de conduta deve ser aceita tão facilmente. Entre religião eu prefiro não comentar pois eu acho que todas tem o mesmo objetivo e etc... Mas se dividem e isso é completamente errado, se fosse apenas uma as pessoas se sentiriam bem mais tranquilas e confiantes de seguir a religião.

    Já o preconceito contra negros e homossexuais não é como com religião. Pessoas nascem negras e homossexuais. Preconceito com cultura também não pode ser relevado, pois a pessoa nasceu daquela forma.

    Mas o comportamento deles é de ódio. Não apoio, não concordo e acho doentil. Eles soam como lunaticos. Não desejaria a morte deles, obviamente, mas ordens de prisão ou algo do tipo seria bom. Vivem ameaçando prender pessoas em manifestações contra a politica. Mas como são contra "gays" não é tão impactante, não?

    Acho que as pessoas dobrariam um pouco a lingua em dizer pra não ter preconceito contra um grupo que acreditam que são divinos e podem matar quem não se encaixar nisso. É uma comparação extrema já que eles aparentemente não agridem fisicamente ninguém. Mas esse tipo de comportamento é pertubardor já que vão as ruas proclamar algo tão fajuto e fora da realidade.

    Digo, ok eles terem a igreja deles, mas as manifestações são violentas, pra eles e para as pessoas. E tenho certeza que se as placas fossem "Deus odeia negros" as coisas seriam vista de formas mais pesadas ou "Deus odeia latinos" ou qualquer absurdo que seja.

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